quarta-feira, janeiro 21, 2015

(Des) Cidadania

Basicamente, o poema de Rui Zink em baixo traduz a forma como comecei o dia hoje, em conversa, a beber o café da manhã, numa pastelaria louletana. Nenhum argumento racional serve com quem não quer saber e ainda fica incomodado com quem quer saber. Uma convicção bem firme recusa a informação que a desmente.
 
Ver o poema analógico de Rui Zink aqui:

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