Ora leiam lá esta notícia da página 2 do Público de hoje, com especial atenção para o último parágrafo:
"José Sócrates defendeu ontem que "seria irresponsável suspender a avaliação quando 48 mil a 49 mil docentes já foram avaliados"; os partidos da oposição, os sindicatos e as associações de professores contra-argumentam que ter em conta as classificações deste primeiro ciclo é que será "irresponsável" e "injusto".
Os professores reclamam duas coisas distintas. Por um lado, que o actual modelo de avaliação seja suspenso, não se iniciando na prática (com a entrega dos objectivos individuais, que as direcções das escolas calendarizaram para Dezembro ou Janeiro) o segundo ciclo de avaliação (relativo a este e ao próximo ano lectivo). Em relação ao primeiro ciclo avaliativo, que termina a 31 de Dezembro, pedem que a classificação não seja tida em conta para a progressão na carreira e para os concursos.
Sustentam este segundo pedido na disparidade de critérios seguidos por cada uma das escolas. Um exemplo: se nalgumas as direcções se recusaram a avaliar os docentes que não entregaram os objectivos individuais, noutras os professores puderam entregá-los em Agosto, depois de concluído o período a avaliar, havendo ainda casos de colegas que foram avaliados sem os terem apresentado, sequer."
in http://jornal.publico.clix.pt/noticia/06-11-2009/injusto-e-suspender-ou-nao-suspender-18166733.htm
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