Portugal passou este ano de uma situação de democracia plena para uma democracia com falhas, o que se deve sobretudo à erosão da soberania associada à crise da zona euro, revela o Índice da Democracia 2011 do Economist Intelligence Unit.
O índice, realizado pelo serviço de investigação da revista The Economist, vai na quarta edição e avalia as democracias de 165 estados independentes e dois territórios, colocando-os em quatro categorias: democracias plenas, democracias com falhas, regimes híbridos e regimes autoritários.
Pela primeira vez, Portugal, que desceu do 26.º para o 27.º lugar na lista, surge este ano no grupo das democracias com falhas, depois de em 2010 o mesmo ter acontecido à França, Itália e Grécia.
Mais aqui:
http://sol.sapo.pt/inicio/Politica/Interior.aspx?content_id=36830
Adenda: De início este post intiulou-se "Vai a democracia resistir ao capitalismo?". Mudámos para o título actual que nos pareceu mais adequado.
O índice, realizado pelo serviço de investigação da revista The Economist, vai na quarta edição e avalia as democracias de 165 estados independentes e dois territórios, colocando-os em quatro categorias: democracias plenas, democracias com falhas, regimes híbridos e regimes autoritários.
Pela primeira vez, Portugal, que desceu do 26.º para o 27.º lugar na lista, surge este ano no grupo das democracias com falhas, depois de em 2010 o mesmo ter acontecido à França, Itália e Grécia.
Mais aqui:
http://sol.sapo.pt/inicio/Politica/Interior.aspx?content_id=36830
Adenda: De início este post intiulou-se "Vai a democracia resistir ao capitalismo?". Mudámos para o título actual que nos pareceu mais adequado.
Boa Noite João,
ResponderEliminarO blog está muito bom, mas há mais a fazer.
Como poderei contactá-lo?
Abraço,
Alexandre Santos
Olá Alexandre,
ResponderEliminarCá vai: jerm@sapo.pt
Abraço
João Martins
Olá de novo Alexandre,
ResponderEliminarObrigado pelo seu email. Da minha parte vou colaborar e resistir no que for possível no comnbate ao retrocesso da democracia.
Um abraço
João Martins
Olá de novo Alexandre,
ResponderEliminarPeço desculpa em responder por aqui mas tenho o meu email pessoal com problemas. Sinceramente não percebi a proposta. Do que se tratava efectivamente. Agir sim, mas como? Vou continuar a escrever porque a escrita é uma forma de acção. Não parece, mas é. E depois intervenho diariamente como cidadão. O que não é pouco. Estou aberto a projectos desde que concorde com eles.
Um abraço
João Martins