Alguns apontamentos sobre o mundial de futebol deste treinador de bancada. Portugal é eliminado nos oitavos de final pela Espanha por demérito próprio. Equilibrou o jogo nos primeiros três quartos da partida e o treinador com as substituições no último quarto decidiu desequilibrar o jogo. Estando em campo talvez os dois melhores meios campos do mundo, os três médios do meio de ambas as equipas estiveram perfeitamente encaixados até à última pausa para refrescar e para publicidade nos media. Quando o jogo está altamente equilibrado mexer na equipa, só com pinças, pois qualquer mudança pode gerar desequilíbrio. Foi o que fez Martinez ao tirar Vitinha e colocar Bernardo Silva tornando o meio campo de Portugal mais frágil a defender. Já não falo de Gonçalo Ramos que é óbvio que deveria estar em campo há muito tempo, mas foi Martinez ao mexer na equipa que deu a vitória à Espanha. Até porque a Espanha não jogou aquilo a que nos habituou. Dos outros jogos destaco o enorme México-Inglaterra e a magnífica Noruega, uma verdadeira equipa com o coletivo a sobrepor-se ao individual ao contrário da seleção portuguesa. No mesmo sentido vai a seleção de Marrocos, um coletivo fortíssimo. Hoje temos a Bélgica-EUA que já protagoniza o maior escândalo de corrupção do Mundial com Donald Trump a corromper o Presidente da FIFA para a retirada do cartão vermelho ao jogador dos EUA. Em nome da verdade desportiva o caso tem que ser investigado e Infantino julgado e preso porque a vergonha da corrupção no futebol deve ter os seus limites. Infantino deve ser vaiado nos estádios de futebol e mergulhado metaforicamente num barril com alcatrão e penas. A podridão do futebol e da política tem que ter os seus limites.
Sem comentários:
Enviar um comentário