domingo, junho 29, 2014

Petição em Defesa da Manutenção do Serviço Básico de Urgências de Loulé e na defesa do seu funcionamento com um serviço de qualidade

Para: Ex.ma Senhora Presidente Da Assembleia da República

Na sequência da manifestação que patrocinou no Concelho de Loulé, a 3 de Agosto de 2012 e em 28 de Maio de 2014, em defesa da manutenção dos serviços básicos de urgência de Loulé e em defesa do funcionamento dos seus serviços a 100%, com qualidade total, o Movimento de Cidadãos em Defesa dos Serviços Públicos de Saúde de Loulé vem por este meio exigir que este serviço de urgências não encerre e que seja imediatamente colmatada a actual falta de médicos, enfermeiros, assistentes operacionais e material básico, uma vez que estas falhas graves põem em causa a qualidade do tratamento aos utentes e em casos limite podem significar a diferença entre salvá-los e matá-los. Este movimento de cidadãos vem por este meio solicitar ao actual governo que demita imediatamente o responsável máximo da ARS Algarve, Dr. João Moura dos Reis e o responsável máximo pelo Centro Hospitalar do Algarve, Dr. Pedro Nunes, uma vez que ambos manifestaram a sua incompetência na gestão da saúde no algarve provocando na região uma situação calamitosa através da implementação daquilo que consideramos uma política de desastre. Consideramos absolutamente inacreditável que o Dr. João Moura dos Reis, da ARS Algarve, passe a responsabilidade do abandono do serviço básico de urgências de Loulé para o Dr. Pedro Nunes, responsável máximo do CHA e que o Dr. Pedro Nunes do Centro Hospitalar do Algarvepasse a responsabilidade para o Dr. João Moura dos Reis, responsável máximo da ARS Algarve, enquanto os utentes, cidadãos contribuintes, principais interessados no bom funcionamento dos serviços, assistem, impotentes, a este triste espectáculo na gestão da saúde do Algarve. Os cidadãos, abaixo assinados, vêm assim exigir a garantia de que estes problemas graves na saúde pública de Loulé sejam rapidamente resolvidos. De igual modo, no exercício de direitos legalmente consagrados, solicitam à Assembleia da República que decida discutir esta matéria, propondo ao Governo que corrija a orientação que assumiu neste domínio.

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