De novo um elemento dos serviços de vigilância da Câmara Municipal de Loulé a arrancar dois cartazes de protesto que diziam "PSD/CDS ladrões" e "Rua Coelho Fascista". Ameaçou-me que ia chamar a polícia e que já estava identificado. O que eu queria saber é qual é o filho da puta de crime que cometi e pelo qual fui identificado senão o de exercer o meu legítimo direito de protesto contra este governo de canalhas que destrói a vida dos portugueses?
A minha Lista de blogues
sábado, março 30, 2013
Os Salazarinhos Do PSD-Loulé
Faço da vida um caminho em que a felicidade está nas pequenas grandes coisas que o mundo nos permite desfrutar.
"Carpe Diem"
sexta-feira, março 29, 2013
Hoje, Junto À Ponte Do Guadiana
Hoje, junto à Ponte do Guadiana, a exigir a suspensão imediata das portagens na Via do Infante e a demissão imediata do Governo PSD/CDS.
Faço da vida um caminho em que a felicidade está nas pequenas grandes coisas que o mundo nos permite desfrutar.
"Carpe Diem"
quinta-feira, março 28, 2013
Tempos de Indignação
Ali ando eu perdido nas ruas. O 15 de Outubro foi uma data memorável e marca o início do grande movimento português de resistência às políticas de austeridade levadas a cabo pelo Governo português e pela Troika. Neste dia dei uma entrevista junto à Assembleia da República em que sugeri que se invadisse e ocupasse o edifício. Essa entrevista nunca passou em lugar algum. Um dia memorável na História portuguesa contemporânea.
Faço da vida um caminho em que a felicidade está nas pequenas grandes coisas que o mundo nos permite desfrutar.
"Carpe Diem"
Rua! Não Vos Suportamos Mais! Basta De Roubar O Povo!
Faço da vida um caminho em que a felicidade está nas pequenas grandes coisas que o mundo nos permite desfrutar.
"Carpe Diem"
terça-feira, março 26, 2013
Ver A Banda Passar
Corte no Estado Social afinal já não é 4000 milhões de euros mas sim 5,6 milhões de euros. Quando o vidente Marques Mendes foi para a TV dizer que o corte não deveria ser só 4000 milhões mas sim 8 mil milhões era já estratégia montada para anunciar isto. E não vai ficar por aqui. Era bom que a classe média de facebook se organizasse para uma resistência nas ruas quase diária, a não ser que se satisfaça em cair na maior miséria. Isso eu acho que seria uma grante traição aos seus filhos. Uma traição às futuras gerações. Consentiram sem um mínimo de resistência. Isso é imperdoável.
Faço da vida um caminho em que a felicidade está nas pequenas grandes coisas que o mundo nos permite desfrutar.
"Carpe Diem"
domingo, março 24, 2013
Já Assinei e Comentei: Rua! Não Vos Suportamos Mais!
Nós, cidadãos e contribuintes portugueses, declaramos por este meio, que recusamos as políticas de austeridade impostas pelo Fundo Monetário Internacional, Comissão Europeia e Banco Central Europeu, conduzidas por este Governo que consideramos não ter mais condições para continuar a governar Portugal. Exigimos a demissão imediata do Governo de Coligação PSD/CDS-PP, e a convocação de novas eleições.
Os signatários
Faço da vida um caminho em que a felicidade está nas pequenas grandes coisas que o mundo nos permite desfrutar.
"Carpe Diem"
Um Governo Local Fascista
Hoje apanhei em flagrante um funcionário fardado e com o carro da Câmara Municipal de Loulé a arrancar um cartaz com a divulgação da petição que exige a Criminalização da Troika e do Governo PSD/CDS. A censura saiu à rua. Cantei-lhe o Grândola Vila Morena mas ele não deve ter percebido o significado disso. Fica a pergunta no ar o serviço de Protecção e Vigilância da Câmara Municipal de Loulé está ao serviço dos capangas do PSD-Loulé?
Faço da vida um caminho em que a felicidade está nas pequenas grandes coisas que o mundo nos permite desfrutar.
"Carpe Diem"
sábado, março 23, 2013
Entre Um Horror Sem Fim E Um Fim Com Horror
O problema de fundo é este: O povo vai correr com Passos Coelho e os gansters políticos do PSD/CDS que estão a destruir o país. E depois o José Seguro vai fazer uma austeridade fofinha e dizer que o problema é a dose de austeridade. Ora num tempo em que estamos arriscados a ser prisioneiros eternos da dívida e em que se deve colocar em cima da mesa a possibilidade de um perdão forte da mesma e a própria possibilidade de saída do euro de que nos serve um qualquer António José Seguro que escreve à Troika a dizer que vai cumprir certinho o memorando da Troika? Num tempo em que é preciso decidir se o destino de um povo é o de um horror sem fim ou o de um fim com horror sai-nos na rifa depois de Passos e Sócrates um António José Seguro. A história continua como tragédia.
Faço da vida um caminho em que a felicidade está nas pequenas grandes coisas que o mundo nos permite desfrutar.
"Carpe Diem"
Mais Do Mesmo: O Partido Socialista É Parte Do Problema
António José Seguro anunciou a moção de censura ao Governo (sem data marcada) e em seguida escreveu uma carta à Troika a dizer que vai cumprir o memorando. A pergunta que se pode fazer é esta: Então a moção de censura serve para quê António José Seguro?
Faço da vida um caminho em que a felicidade está nas pequenas grandes coisas que o mundo nos permite desfrutar.
"Carpe Diem"
sexta-feira, março 22, 2013
Do Melhor da Raquel Varela, à atenção das esquerdas seja lá isso o que for
Entre 2007 e 2012 Portugal teve quatro greves gerais e várias greves gerais da administração pública. Este número é histórico, incomum. Independentemente da sua maior (como na greve geral de novembro de 2010) ou menor mobilização (como em março de 2012), este número expressa o desconforto na capacidade de a sociedade portuguesa como um todo, nos moldes capitalistas, suportar as diferenças sociais que a atravessam: uma taxa real de desemprego de 24% (1 milhão e 400 mil desempregados), 35% dos quais jovens, 3 milhões de pessoas a viverem abaixo do limiar de pobreza, quase meio milhão a receber o salário mínimo, cujo valor líquido corresponde a 432 euros. E, estima-se, cerca de 300 mil a receber abaixo do ordenado mínimo em condição de subemprego. 42,2% dos Portugueses são pobres antes das transferências sociais.
Esta crise, cujas medidas contracíclicas devastaram setores importantíssimos das classes trabalhadores e setores médios da sociedade, está provavelmente a destruir também as condições que permitiram estas medidas, ou seja, o pacto social. Ainda estão no pacto social alguns, mas a grande maioria – metade da força de trabalho (precária e desempregada) – está fora. A erosão da base social que sustentou o regime democrático é evidente, a «classe política» é denegrida, os ministros perseguidos ao som da Grândola, tendo mesmo em locais tradicionalmente conservadores sido recebidos com gritos, apupos e até um coelho enforcado.
A diferença entre as mobilizações de rua (por mais de um vez 1 milhão de pessoas saíram às ruas) e a expressão eleitoral é evidente, e as sondagens não mostram nenhum ganho substancial entre a esquerda parlamentar, nesta situação social em que um dos principais empresários, Belmiro de Azevedo, fala de «carnaval de manifestações».
Se na Itália venceu um ‘palhaço’, em Portugal vence o desprezo pelo Parlamento – é curioso como os organizadores (onde estão as lideranças do BE e do PCP, mas escondidas como frentes de precários, mulheres e outros heterónimos) procuram retirar as manifestações da frente do Parlamento, numa espécie de sinal inconsciente para explicar ao povo e contar às criancinhas que o «mal não está ali».
Em vão, a rua cada vez mais é o «voto com os pés», e o reflexo disso não é um aumento dos votos na esquerda parlamentar, mas a erosão do regime democrático-representativo que em nada se afirma como «a pior forma de governo, exceptuando todas as outras que têm sido experimentadas» (Churchill), mas apenas como aquele que permitiu destruir os nossos salários. Regime, aliás, em crise – e não porque haja qualquer perigo de fascismo. As classes ricas em Portugal, escondidas atrás de executivos das jotas, não sabem o que hão-de fazer porque o país fica cada vez mais difícil de governar sem direitos sociais, e as soluções ditatoriais não têm qualquer base social num país que derrotou a ditadura há 40 anos e onde até militares, é certo que reformados, avisam que não vão reprimir «o povo». Para haver fascismo não basta haver ingovernabilidade e armas, é preciso base social, e essa base social é hoje inexistente em Portugal. Ameaçar com o fascismo é acenar com o keynesianismo e dizer: «mau connosco, pior sem nós».
Não há perigo de fascismo, há a oportunidade de percebermos que das duas uma: ou tiramos o nosso dinheiro do Estado, a quem através de contribuições e impostos confiamos parte do nosso salário, ou controlamos o Estado. Ou seja, e resumidamente, compreendermos e construirmos mecanismos de autogoverno em que os muros dos Parlamento são derrubados por gente que sabe que será difícil começar de novo, mas pior é morrer de velho num país onde, se não houver reacção, teremos os melhores a emigrar, os mais velhos maltratados e humilhados, a degradação dos que vivem de programas assistencialistas e as donas de casa a votar.
1 milhão e 300 mil licenciados, 5 milhões e meio de população activa, 2 milhões e meio de reformados – quanto saber há acumulado nestas pessoas para que possam mostrar que podem governar-se a si próprias? Afinal, o país é o que vem no Correio da Manhã, um país onde, sem o Estado, todos se matam uns aos outros, ou é o país dos que cada dia carregam o peso de chegar ao fim garantindo o melhor para si e para os seus?
A esquerda parlamentar está refém do seu programa, que não é alternativa. Esforça-se por propor soluções neo-keynesianas, como se o dinheiro fizesse dinheiro, adopta mesmo o léxico da economia vulgar – ouve-se das bocas de Louçã e Jerónimo de Sousa como recuperar a competitividade, crescimento, economia da nação, sacrifícios «nem sempre para os mesmos». Aquilo que é central – digamos, o início de uma boa conversa para qualquer solução, não ainda a solução, mas o início dela –, passa ao lado, para conservar os votos: controle público sobre a banca e do sistema financeiro, suspensão do pagamento da «dívida» pública, e a saída do euro. Com rigor, nacionalizar primeiro a banca, evitando a fuga de capitais, suspender o pagamento da dívida (uma renda de capital) e sair do euro. Francisco Louçã escreveu hoje que a saída do euro iria desvalorizar os salários em 50% e criar o caos. Merkel diz o mesmo. Esqueceu-se Louçã de escrever que o salário já desvalorizou – quanto: 40%, 50%? – por causa de estarmos no euro. E que sair do euro implica em primeiro lugar o fim do euro – porque o Fundo de Estabilização não aguenta nenhuma saída nem de um país pequeno. O BCE tem esqueletos no armário, milhares de milhões de títulos que não valem nada a não ser que se reduza o nível do custo unitário do trabalho para níveis históricos. Sair do euro implica também uma situação revolucionária que, no mínimo, anula as dívidas, nomeadamente as da habitação (uma boa parte, aliás, já pagas se descontado o lucro da banca!).
Se saíssemos do euro, o que faria a Sra. Merkel? Enviava panzers para Portugal? Logo para o país da Maria da Fonte e do 25 de Abril!? E nós: fugíamos? Congelavam os financiamentos? Para Portugal, um país da Europa, em 2013? Foi isso que fizeram na Islândia? E como reagiriam os povos de Espanha, Itália, Grécia ao congelamento do financiamento a Portugal? Vinham para as ruas celebrar ou iam para casa, mortos de medo, a fugir do «caos»?
A esquerda que não o é, a esquerda que entra na chantagem oficial – sair do euro será o caos! – tem os seus votos congelados porque os seus limites são palavras, e essas leva-as o vento. Gritam «que se lixe a troika», mas defendem o programa da troika, neste caso uma troika mais generosa, com renegociação da dívida, manutenção do euro, banca mista. Este Governo não caiu porque quem tem obrigação de ser alternativa tem medo e inventou um programa distópico que diz «isto com eles é mau, sem eles é pior».
Esqueceram-se de dizer que líderes que não sabem para onde vão não são necessários. Modestamente, penso que devem, se fizerem o favor, sair do caminho e deixar que aqueles que ainda acreditam na utopia tentem ser felizes. Porque isto é tão mau com eles, que a partir daqui, sem eles, só pode ser melhor.
Faço da vida um caminho em que a felicidade está nas pequenas grandes coisas que o mundo nos permite desfrutar.
"Carpe Diem"
Resistir Até Que A Voz Nos Doa
Resistir até que a voz nos doa. O fascismo financeiro austeritário não passará!
Faço da vida um caminho em que a felicidade está nas pequenas grandes coisas que o mundo nos permite desfrutar.
"Carpe Diem"
quinta-feira, março 21, 2013
Do Pântano ao Lodo
Para que não restem dúvidas. Com o regresso de Sócrates a Portugal à RTP como comentador político este país deixou de ser um país para gente decente. Uma nojeira política e que tão bem O Governo PSD/CDS vai saber aproveitá-la. Quando se espera que já nada possa piorar, aí está, sempre em direção ao aumento da podridão do regime que é para qualquer possibilidade de esperança em renascer morra logo à nascença.
Faço da vida um caminho em que a felicidade está nas pequenas grandes coisas que o mundo nos permite desfrutar.
"Carpe Diem"
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