A minha Lista de blogues

quinta-feira, maio 07, 2009

A Morte do Circo


Este fim de semana fui ao circo. O circo Dallas esteve em Loulé e não perdi a oportunidade de mostrar ao Pedro os leões, os cavalos, os palhaços, o Noody (que chegou também aos circos), os trapezistas, os músicos e todos os actores e actrizes que fazem a festa do circo. Confesso-vos que para mim foi sofrível aguentar o espectáculo até ao fim, mas as crianças continuam a adorar a magia do circo.

Deu para me aperceber que o circo está moribundo e que os seus "profissionais" sobrevivem com enormes dificuldades. O apresentador que é a figura de referência de todo o espectáculo estava à entrada a cobrar dois euros para as crianças brincarem no insuflável. A trapezista estava à entrada a vender bilhetes. O domador de leões estava à entrada a receber os espectadores. A flexibilidade e a polivalência chegaram também ao circo. As dificuldades são visíveis a olho nú. A última vez que tinha ido ao circo, já há mais de um ano, foi para ver o circo Cardinali. Fiquei muito bem impressionado. Dos melhores circos e dos poucos que ainda conseguem resistir à sociedade global centrada em, cada vez mais, novos consumos culturais.

Hoje li no jornal Público que os deputados da nação (será que não têm mais nada com que se preocupar?) querem propor a proibição dos animais do circo. Parece que há casos de maus tratos e como quase sempre, o livre arbítrio dos deputados da nação funciona como um circo sem rei nem roque. Não se procura fiscalizar os maus tratos pois parece que que os homens e mulheres do circo são indomáveis. Há que jogar logo de uma vez o bébé com a água do banho. Acabe-se com o circo. Como o problema do desemprego já é pequeno, há que mandar mais umas largas centenas de precários mal qualificados, escolar e profissionalmente, para o exército de reserva do capitalismo global.

No mesmo dia, o mesmo jornal Público, tinha como notícia de primeira página que lobbies poderosos da sociedade norte-americana tinham injectado milhões de dólares nos partidos políticos para que estes não tomassem decisões no sentido de regular a especulação do mercado imobiliário sendo esta uma das razões da crise do subprime. É pois com a regulamentação do circo que os deputados se devem preocupar. Viva o Circo!


Ver aqui: http://sic.aeiou.pt/online/noticias/pais/deputados.htm

A Discussão Sobre o Tratado de Lisboa...

Das Obras Eleitorais

Loulé, ano 2009

Refazer os passeios em véspera de eleições... é preciso mostrar obra...

quarta-feira, maio 06, 2009

O Ministro que se fez com muita papa...



Coma Maizena...e chegará aos calcanhares do ministro Pinho.

Europa Livre e Democrática ou Conservadora e Amordaçada?

É inacreditável que esta discussão esteja em cima da mesa...

Parlamento Europeu: vitória da liberdade e do direito dos utilizadores de internet
Renato Soeiro Estrasburgo, 2009-05-06

Na sequência do texto aqui publicado ontem, é bom informar-vos que o Parlamento Europeu (PE), reunido em Estrasburgo, acaba de decidir, numa emocionante e complexa votação em que os dois grandes grupos políticos e o Conselho Europeu foram derrotados, que as operadoras de internet ou as autoridades administrativas não poderão cortar o acesso de internet aos utilizadores sem uma prévia decisão judicial, respondendo assim positivamente às propostas de inúmeros movimentos de cidadãos utilizadores da internet.
O PE aprovou uma emenda adoptando “o princípio de que, na falta de decisão judicial prévia, não pode ser imposta qualquer restrição aos direitos e liberdades fundamentais dos utilizadores finais, previstos, designadamente, no artigo 11º da Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia, em matéria de liberdade de expressão e de informação, salvo quando esteja em causa a segurança pública, caso em que a decisão judicial pode ser ulterior“.
Esta posição tinha sido subscrita pelos grupos GUE/NGL, IND/DEM, Verdes/ALE e alguns liberais, bem como pela Comissão parlamentar responsável, e era apresentada contra uma posição de compromisso negociado entre o Conselho e os dois grandes grupos políticos que constituem a maioria do parlamento, os socialistas do PSE (onde se inclui o PS português), e o PPE/DE (onde se incluem os nossos PSD e PP), a que se tinha associado o grupo liberal ALDE.
Tudo estava preparado para que esta emenda dos pequenos grupos nem sequer fosse sujeita a votação, já que a lista de voto preparada pelos serviços previa que se votasse antes o compromisso do PPE/DE + PSE e que a emenda dos grupos mais pequenos fosse considerada prejudicada pelo voto antecedente. Isto aliviaria os deputados dos grandes partidos da responsabilidade de terem votado contra um direito fundamental dos utilizadores da internet, o que em véspera de eleições é sempre problemático.
A primeira batalha era, pois, a alteração da ordem do voto. No meio da discussão, os liberais informam que decidiram na véspera à noite, por maioria, retirar-se do acordo com o PPE/DE e o PSE, o que acrescentou algum dramatismo à situação. Vota-se e a alteração da ordem da lista de voto foi aprovada. Ganho este ponto, e tendo sido solicitado pela esquerda que o voto sobre a sua emenda fosse registado nominalmente, não havia mais forma de os deputados dos grandes grupos fugirem à questão.
Procedeu-se então ao voto e a emenda foi aprovada com 407 votos a favor e 57 contra. O PE acabava de rejeitar o compromisso estabelecido para segunda leitura pelos dois grandes grupos políticos com o Conselho Europeu. Em consequência, a Directiva não foi aprovada e entra agora numa nova fase do processo legislativo chamado de conciliação.
Foi uma importante vitória, mas nada está definido; o assunto continua em aberto e a merecer a nossa atenção nos próximos meses.


O texto do deputado europeu Renato Soeiro foi copiado daqui: http://www.miguelportas.net/blog/

terça-feira, maio 05, 2009

E Se a Europa Não Fosse Uma Via de Sentido Único?


Os racíocinios maníqueistas que dominam o bloco central ainda não oficializado, são, nos debates e discussões sobre a União Europeia, extremamente férteis em reduzir a realidade a preto e a branco. Quem questiona o caminho que esta Europa leva só pode ser anti-europeu e quem endeusa a Europa que vamos tendo só pode ser pró-europeu.

Ora, se é realista reconhecermos que existem os chamados eurocépticos que recusam a ideia de europa em nome de nacionalismos por vezes extremistas (tanto à direita como à esquerda do espectro partidário) é bom que se reconheça que uma boa parte dos críticos são pró-europeus e aquilo que recusam é a concepção neoliberal que tem orientado a política da União Europeia nos últimos anos e que conduziu à catástrofe que agora assistimos.

Eu faço parte destes últimos. Sou um Europeísta convicto. E não é pelas razões evidentes avançadas por alguns dos crânios cá da nossa praça, quando cheios da sua maior importância, nos atiram em cara "o que seria de nós portugueses, se não fizessemos parte da Europa".

Vale a pena recordar as célebres palavras do Sociólogo Daniel Bell quando o mesmo nos fez lembrar a perca de poder dos Estados-Nação em época de globalização. Os Estados-Nação tornaram-se demasiado grandes para fazer face aos pequenos problemas locais e tornaram-se demasiado pequenos para fazer face aos grandes problemas globais. O mesmo é dizer que problemas como o aquecimento global, a gripe suína que nos "ofereceram" os mexicanos, o terrorismo global, o emprego, os direitos humanos, o sindicalismo, o consumo, a produção, a economia global, as off-shores e outros que tais, só podem ter uma resposta eficaz e eficiente, a uma escala supranacional. É aqui que faz todo o sentido a articulação das interdependencias dos Estados-Nacionais para que cada um deles fique a beneficiar com a resolução de problemas que cada um por si seria impotente para resolver.

Por isso é que ao dizer que sou um europeísta convicto preciso ao mesmo tempo desmistificar a ideia feita de que só há um caminho para a Europa. E aqui é importante reconhecer que há um défice democrático na União Europeia. A Europa precisa de mais democracia. É preciso reconhecer que existe um fosso e uma distância abíssal entre os políticos europeus e os cidadãos europeus. A Europa precisa de mais debate e participação dos cidadãos. Os referendos também teriam tido essa função. É preciso reconhecer que as políticas sociais da União Europeia foram um apêndice das políticas económicas e que o que a Europa reclama e apelida de "coesão social" mais não é do que uma concepção mitigada e paliativa que funciona como almofada social para os destroços do capitalismo neoliberal. É preciso reconhecer que as leis do trabalho têm vido a ser encorajadas no sentido da precarização geral do trabalho e da sua desregulamentação. É preciso reconhecer que Durão Barroso foi um poderoso aliado das políticas de Bush e por isso deve ser veementemente recusada a sua reeleição.

É preciso reconhecer, portanto, que outra Europa é possível. E a busca de um caminho mais justo socialmente não nos deve sentir menorizados como cidadãos europeus. Pelo contrário. É ao agir de acordo com as nossas ideias e convições que poderemos construir um espaço europeu que defenda o interesse dos povos europeus. A maior parte dos interesses instalados vão estrebuchar concerteza, mas é a isso precisamente que é necessário agora assistir. Faça como eu, dia 7 de Junho, não fique em casa sentado.

A União Europeia e o Problema Ambiental Global

A Europa que Não Quero, a Liberdade de Expressão, a Internet e os Blogues

VOTAÇAO NO PARLAMENTO EUROPEU NO DIA 5 DE MAIO DE 2009

Não deixe que o parlamento europeu lhe feche a internet… não haverá volta atrás!
Aja agora!
O acesso à internet não é condicional

Todos os que têm um site, blog, bem como todos aqueles que usam o Google ou o Skype, todos aqueles que gostam de expressar as suas opiniões livremente, investigarem do modo que entendem seja para questões pessoais, profissionais ou académicas, todos os que fazem compras online, fazem amigos online, ouvem música ou vêm videos…

Milhões de europeus dependem da internet quer seja directa ou indirectamente no seu estilo de vida. Tirá-la, limitá-la, restringi-la ou condicioná-la, terá um impacto directo naquilo que fazemos. E se um pequeno negócio depender da internet para sobreviver, torná-la inacessível num período de crise como o que vivemos não pode ser bom.

Pois a internet que conhecemos está em vias de extinção através das novas regras que a União Europeia quer propôr no final de Abril. Segundo estas leis, os provedores de serviço, ou seja as empresas que nos fornecem a internet, PT, Zon, Clix entre muitas outras, vão poder legalmente limitar o número de websites que visitamos, além de nos poderem limitar o uso ou subscrição de quaisquer serviços que queiramos de algum site.

As pessoas passarão a ter uma espécie pacotes de internet parecidos com os da actual televisão. Será publicitada com muitos “novos serviços” mas estes serão exclusivamente controlados pelo fornecedor de internet, e com opções de acesso a sites altamente restringidas.
Isto significa que a internet sera empacotada e a sua capacidade de aceder e colocar conteúdo será severamente restringida. Criará pacotes de acessibilidade na internet, que não se adequam ao uso actual que damos à internet hoje.
A razão é simples…

Hoje a internet permite trocas entre pessoas que não são controladas ou promovidas pelo intermediário (o estado ou uma grande empresa), e esta situação melhora de facto a vida das pessoas mas força as grandes corporações a perderem poder, controle e lucros. E é por isso que estas empresas forçam os políticos “amigos” a agirem perante esta situação.
A desculpa é a pirataria de filmes e música, mas as verdadeiras vítimas seremos todos nós, a democracia e a independência cultural e informativa do cidadão.

Recentemente, vieram com a ideia que a pirataria de vídeos e música promove o terrorismo (http://diario.iol.pt/tecnologia/mapinet-internet-pirataria-terrorismo-crime-tvi24/1058509-4069.html ) para que seja impensável ao cidadão comum não estar de acordo com as novas regras…
Pense no modo como usa a internet! Que significaria caso a sua liberdade de escolha lhe fosse retirada?
Hoje em dia, a internet é sobre a vida e liberdade. É sobre fazer compras online, reservar bilhetes de cinema, férias, aprendermos coisas novas, procurar emprego, acedermos ao nosso banco e fazermos comércio.
Mas é também sobre coisas divertidas como namorar, conversar, convidar amigos, ouvir música, ver humor, ou mesmo ter uma segunda vida.

Ela ajuda-nos a expressarmo-nos, inovarmos, colaborarmos, partilharmos, ajuda-nos a ter novas ideias e a prosperar… tudo sem a ajuda de intermediários. Mas com estas novas regras, os fornecedores de internet escolherão onde faremos tudo isso, se é que nos deixarão fazer.
Caso os sites que visitamos, ou que nós criámos não estejam incluídos nesses pacotes oferecidos por estas empresas, ninguém os poderá encontrar.

Se somos donos de um site ou de um blog e não formos ricos ou tivermos amigos poderosos, teremos de fechar.
Só os grandes prevalecerão, com a desculpa de que os pequenos não geram tráfego suficiente para justificar serem incluídos no pacote.
Continuaremos a ter a Amazon, a Fnac ou o site das finanças, mas poucos mais. Os telefonemas gratuitos pela internet decerto que acabarão ( como já se passa nalguns países da Europa) e os pequenos negócios e grupos de discussão desaparecerão, sobretudo aqueles que mais interessam, os que podem e querem partilhar a sua sabedoria gratuitamente com o mundo. Se nada fizermos perderemos quase de certeza a nossa liberdade e uso livre da internet.

A proposta no Parlamento Europeu arrisca o nosso futuro porque está prestes a tornar-se lei, uma lei quase impossível de reverter.
Muitas pessoas, incluíndo deputados do Parlamento Europeu que a vão votar positivamente, não fazem a menor ideia do que isto pode querer dizer, nem se apercebem das implicações brutais que estas regras terão na economia, sociedade e liberdade. Estas medidas vêm embrulhadas numa coisa chamada “Pacote das Telecom´s” disfarçando estas leis de algo que apenas é relativo à indústria das telecomunicações.

Mas na verdade, tudo não passa de regras sobre o uso futuro da internet. A liberdade está a ser riscada do mapa. Nestas leis propostas, estão incluídas regras que obrigam as Telecoms a informaram os cidadãos das condições em que o acesso à internet é fornecido. Parece ser uma coisa boa, em nome da transparência, mas não passa de uma diversão para poderem afirmar que podem limitar o nosso acesso à liberdade na internet, apenas terão é que informar-nos disso. O futuro da internet está em jogo e precisamos de agir já para o salvar.
Diga ao Parlamento Europeu que não quer que estas alterações sejam votadas. Lembre-os que as eleições europeias são em Junho e que a internet ainda nos dá alguma liberdade para que possamos observar e julgar os seus actos no Parlamento.

Saiba que não está sozinho(a) nesta luta… Enquanto lê isto, centenas e centenas de outras organizações estão a trabalhar para que esta mensagem chegue a quem de direito. Milhares de pessoas estão também a contactar os seus deputados neste sentido. Ajude-se a si mesmo, colabore e faça o que pode por esta causa… A internet é tão sua como deles…Divulgue esta mensagem o mais que possa…

Comentário copiado do Blogue Sem Muros de Miguel Portas http://www.miguelportas.net/blog/2009/05/03/779/#comments

Aqui Debate-se a Europa...


Qualquer semelhança entre este debate sobre a União Europeia e o debate sobre o mesmo assunto no Prós e Contras de Fátima Campos Ferreira é pura coincidência. Afinal, é possível dizer qualquer coisa com princípio, meio e fim, em televisão...

segunda-feira, maio 04, 2009

Datas Marcantes da Construção Europeia



A União Europeia (UE), anteriormente designada por Comunidade Económica Europeia, é uma organização internacional constituída actualmente por 27 estados membros. Foi estabelecida com este nome pelo Tratado da União Europeia (normalmente conhecido como Tratado de Maastricht) em 1992, mas muitos aspectos desta união já existiam desde a década de 50. A União tem sedes em Bruxelas, Luxemburgo e Estrasburgo.

A União Europeia tem muitas facetas, sendo as mais importantes o mercado único europeu (uma união aduaneira), uma moeda única (o euro, adoptado por 16 dos 27 estados membros) e políticas agrícola, de pescas, comercial e de transportes comuns. A União Europeia desenvolve também várias iniciativas para a coordenação das actividades judiciais e de defesa dos Estados Membros.

O Tratado de Paris, assinado em 1951, estabelecendo a Comunidade Europeia do Carvão e do Aço, e os Tratados de Roma, assinados em 1957, instituindo a Comunidade Económica Europeia e a Comunidade Europeia da Energia Atómica ou Euratom, foram assinados por seis membros fundadores: Alemanha, Bélgica, França, Itália, Luxemburgo e Países Baixos. Depois disto, a UE levou a cabo seis alargamentos sucessivos: em 1973, Dinamarca, Irlanda e Reino Unido; em 1981, Grécia; em 1986, Portugal e Espanha; em 1995, Áustria, Finlândia e Suécia; a 1 de Maio de 2004, República Checa, Chipre, Eslováquia, Eslovénia, Estónia, Hungria, Letónia, Lituânia, Malta e Polónia; a 1 de Janeiro de 2007, Bulgária e Roménia.

Em 1972 e 1994, a Noruega assinou também tratados de adesão à União Europeia. No entanto, nas duas ocasiões, através de referendos, a população norueguesa rejeitou a adesão do seu país. À população helvética foi também proposta a adesão do país à União, mas foi rejeitada através de referendo popular em 2001.

A Croácia, Turquia e Macedónia são candidatos à adesão à UE. As negociações com estes países iniciaram-se oficialmente em Outubro de 2005 mas ainda não há uma data de adesão definida - o processo pode estender-se por vários anos, sobretudo no que concerne à Turquia, contra a qual há forte oposição da França e da Áustria.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/União_Europeia



A União Europeia a 27

Complete os espaços em branco e descubra os 27 países da União Europeia:

1. I_________ 2. P_________ 3. A______________

4. I_________ 5. I_________ 6. E______________

7. S_________ 8. F________ 9. L______________

10. B________ 11. H_______ 12. G_____________

13. A________ 14. C_______ 15. B_____________

16. D________ 17. E_______ 18. E_____________

19. E_________ 20. F_______ 21. H_____________

22. R_________ 23. L_______ 24. L_____________

25. M________ 26. P_______ 27. R_______ ______

domingo, maio 03, 2009

O Estádio-Manicómio

Foto copiada do blogue Calçadão de Quarteira

Já foi um Elefante-Branco, já foi um Elefante Cor-de-Rosa, já foi um Estádio-Escola e está em vias de se tornar um Estádio-Manicómio. O triste da história é que são os contribuintes louletanos que estão endividados para os próximos 20 anos. Não há por acaso aí ninguém que ponha estes senhores em situação de fora de jogo?

Veja aqui o motivo da indignação e deste post:

http://calcadaodequarteira.blogspot.com/2009/05/no-pais-dos-loucos.html